Pólipos intestinais podem parecer inofensivos à primeira vista, mas em alguns casos evoluem para quadros mais sérios, como o câncer colorretal. A ciência tem revelado que a microbiota intestinal está diretamente relacionada à formação e progressão desses pólipos — com destaque para o papel negativo da bactéria Fusobacterium nucleatum.
Essa espécie está associada a processos inflamatórios e desequilíbrios locais que favorecem alterações na mucosa intestinal. Em contrapartida, intervenções que estimulam bactérias benéficas, como o uso de prebióticos específicos, ajudam a reduzir a presença de microrganismos patogênicos, fortalecendo a mucosa e equilibrando a imunidade local.
Além disso, o estímulo à produção de interleucinas anti-inflamatórias (como a IL-10) contribui para restaurar a homeostase intestinal e reduzir o risco de progressão dos pólipos.
Cuidar do intestino é também uma forma eficaz de fazer prevenção ativa e natural contra doenças silenciosas.
EFEOM: microbiota equilibrada, proteção reforçada.
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