Aquela vontade incontrolável por doces pode não ser apenas uma questão de força de vontade. A ciência mostra que o intestino tem um papel central no comportamento alimentar — especialmente quando falamos de compulsão por açúcar.
A disbiose intestinal, caracterizada pelo desequilíbrio entre bactérias benéficas e patogênicas, pode favorecer o crescimento de microrganismos que estimulam o desejo por açúcar, criando um ciclo vicioso difícil de quebrar.
Prebióticos específicos ajudam a restaurar esse equilíbrio, favorecendo o crescimento de bactérias que produzem metabólitos como neurotransmissores responsáveis pela sensação de saciedade e bem-estar. Isso contribui diretamente para reduzir o desejo por doces e equilibrar os sinais de fome e saciedade.
Cuidar da microbiota intestinal, portanto, vai muito além da digestão: é uma estratégia inteligente para modular o comportamento alimentar e melhorar a relação com a comida.
EFEOM: equilíbrio que começa no intestino e transforma sua rotina alimentar.
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