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13/07/2023

À medida que envelhecemos, nosso corpo passa por mudanças naturais que podem resultar em inflamação crônica. Desse modo, pode estar associada a diversas doenças e ao processo de envelhecimento acelerado. Por isso, é preciso saber como retardar o envelhecimento.

Neste artigo, vamos explorar estratégias e práticas que podem ajudar a combater a inflamação. Prepare-se para descobrir informações valiosas e cientificamente embasadas sobre como retardar o envelhecimento e promover uma vida saudável e plena. Vamos começar essa jornada pelo bem-estar!

Como é o processo de envelhecimento?

Em primeiro lugar, o envelhecimento é um processo natural e inevitável que está associado a diversas alterações fisiológicas e bioquímicas no organismo. 

Uma das principais características do envelhecimento é o aumento da inflamação crônica de baixo grau, também conhecida como “inflamação silenciosa”. 

Devido à redução do metabolismo, o envelhecimento também favorece o excesso de gordura corporal. Com isso, pode levar a vários problemas de saúde, incluindo obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, problemas articulares e outras condições crônicas.

Durante o envelhecimento, o sistema imunológico pode se tornar menos eficiente na resolução das inflamações. Consequentemente, levar a um aumento na produção de moléculas inflamatórias, como citocinas, quimiocinas e fatores de crescimento. 

Além disso, a inflamação crônica também tem sido associada a uma pior qualidade de vida. Desse modo, pode gerar maior incidência de obesidade e um aumento na mortalidade em idosos. 

Vários fatores podem contribuir para a inflamação crônica durante o envelhecimento, incluindo o acúmulo de danos celulares, a exposição a agentes tóxicos, a disfunção mitocondrial, a senescência celular e alterações na microbiota intestinal.

Como retardar o envelhecimento e seu processo inflamatório? 

A alimentação saudável e os nutrientes que consumimos ao longo da vida desempenham um papel crucial na modulação da inflamação no corpo e podem favorecer um processo anti-inflamatório. 

Existem várias estratégias que podem ajudar a reduzir a inflamação, uma delas é através do consumo das cápsulas EFEOM que contém uma composição sinérgica entre fibras alimentares do tipo FOS e GOS, minerais com magnésio, zinco e selênio e compostos naturais fitoterápicos como a silimarina. Tanto as fibras alimentares quanto os minerais podem ajudar a reduzir a inflamação. 

Quais os benefícios do efeito anti-inflamatório das cápsulas Efeom?

As fibras podem ajudar a prevenir a inflamação ao reduzir a proliferação de bactérias patogênicas no intestino além de ajudar a aumentar o volume fecal e a reduzir o tempo de trânsito intestinal. Já os minerais, como o zinco, o selênio e o magnésio, são nutrientes essenciais com propriedades anti-inflamatórias. 

O zinco ajuda a regular a produção de citocinas pró-inflamatórias como fator de necrose tumoral (TNFα) e Interleucina-6 (IL-6) e contribuir para a produção de citocinas anti-inflamatórias como a interleucina-10 (IL-10). O selênio ajuda a reduzir o estresse oxidativo, que pode contribuir para a inflamação, e o magnésio tem a capacidade de reduzir a permeabilidade intestinal, prevenindo a entrada de bactérias nocivas na corrente sanguínea.

Os beta-glucanos também presentes na composição EFEOM interagem com as células do sistema imunológico, principalmente os macrófagos, neutrófilos e células natural killer (NK). Sendo assim, e estimulam uma resposta imunológica mais eficaz. 

Os beta-glucanos têm a capacidade de ativar os macrófagos, que são células do sistema imunológico responsáveis pela fagocitose (processo de ingestão e eliminação de patógenos). Essa ativação aumenta a capacidade dos macrófagos de eliminar bactérias, vírus e outros patógenos invasores. 

Além disso, a ativação de células NK reforçam as defesas imunológicas contra células tumorais e células com mutações, prevenindo o surgimento de câncer. Os beta-glucanos também podem influenciar a resposta imune adaptativa, que envolve a ativação de células T que são responsáveis pela produção de anticorpos, aumentando a resposta imune específica contra infecções. 

Embora os beta-glucanos possam estimular a resposta imune, eles também podem ajudar a modular a resposta inflamatória, evitando uma inflamação excessiva e prejudicial. Desse modo, isso é particularmente importante em doenças inflamatórias crônicas, onde a inflamação desregulada pode ser prejudicial ao organismo.

Os efeitos anti-inflamatórios possuem comprovação? 

Sim! Os efeitos anti-inflamatórios a nível celular das cápsulas EFEOM já foram comprovados em estudos pré-clínicos que demonstraram a redução de marcadores celulares relacionados à inflamação sem que houvesse mudanças de estilo de vida como prática de atividade física e melhora dos hábitos alimentares. 

Esses resultados mostram o forte potencial anti-inflamatório promovido pela interação sinérgica de nutrientes alimentares presentes nas cápsulas EFEOM. 

A prevenção é o melhor remédio!

Prevenir o estado inflamado do corpo reforçando as defesas imunes podem proteger contra o surgimento das mais variadas doenças ao longo da vida. Alguns exemplos de doenças inflamatórias que podem ser prevenidas ou ter seus sintomas atenuados são a artrite reumatoide, doença inflamatórias intestinais (DIIs) a doença de Crohn e a colite ulcerativa, doenças respiratórias como asma, dermatite atópica, doenças periodontais, e doenças auto-imunes como lúpus eritematoso sistêmico (LES).

Por isso, o consumo regular das cápsulas EFEOM pode ser uma alternativa saudável e natural para prevenção do surgimento de doenças inflamatórias ao longo da vida. Portanto, uma ótima maneira para retardar o envelhecimento.

É importante ressaltar que a resposta imunológica pode variar de pessoa para pessoa. Recomenda-se buscar orientação de um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação com beta-glucanos ou fazer mudanças significativas na dieta.

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Fonte: NEHMI, V. A. et al. A novel supplement with yeast β-glucan, prebiotic, minerals and Silybum marianum synergistically modulates metabolic and inflammatory pathways and improves steatosis in obese mice. Journal of Integrative Medicine, v. 19, n. 5, p. 439–450, 2021. 

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