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29/03/2023

A saúde intestinal, é referência ou causa para muitas doenças que possam vir a desenvolver ou não. O caso de resistência à insulina é uma delas. Veja:

Tudo começa com uma mudança na microbiota intestinal. Essa mudança é provocada pelo estresse crônico, que pode ser químico (conservantes de alimentos, defensivos agrícolas, medicamentos etc.), emocional ou nutricional (dietas hipercalóricas).

No começo, não há sintomas, mas a piora na qualidade da microbiota intestinal, também  chamada de disbiose, vai gradativamente prejudicando o sono, o colesterol, os triglicérides etc. Num processo chamado de inflamação metabólica.

Um estudo recente e publicado na Revista Nature, descreveu que a microbiota, mais conhecida como flora intestinal, tem sido fundamental para o desenvolvimento da resistência à insulina, ou seja, é o primeiro passo para o Diabetes tipo 2.

Obesidade é o primeiro sintoma

O primeiro sintoma da inflamação metabólica é o aumento da obesidade. Pois, com o estresse, há aumento da produção de cortisol. Este, por sua vez, degrada a serotonina cerebral, o que reduz a disponibilidade de melatonina. Sem ela, diminui o sono profundo, tipo NREM 3⁄4, que é o estágio do sono em que o cortisol, gerado pelo stress, deveria ser eliminado.

O cortisol é um imunossupressor e, em níveis permanentemente altos, faz com que o sistema imune se atrofie e se torne disfuncional. Com isso, o sistema imune tende a se tornar mais inflamatório e aumenta a circulação de citocinas inflamatórias, que reduzem a atividade mitocondrial. Na qual a glicose é consumida.

A glicose que circula no sangue é introduzida nas células pela insulina, para que seja transformada pelas mitocôndrias em energia e proteínas. No entanto, se as mitocôndrias estão menos ativas, devido a inflamação metabólica, as células se enchem de glicose, até que não aceitam mais a glicose oferecida pela insulina. Esta rejeição é chamada de resistência à insulina.

A glicose que está em excesso no sangue passa então a ser transformada em gordura (triglicérides) e em colesterol ruim (LDL). Daí o aumento da obesidade.
O momento em que há maior necessidade de resposta das células à insulina é após as refeições. Pois é quando ocorre um expressivo aumento da circulação de glicose no sangue, também chamado de pico glicêmico.

Como é possível amenizar estes sintomas

A instalação da resistência à insulina é um processo lento, que leva anos. Mas, há uma boa notícia: pode ser revertido. Com a reversão da disbiose da microbiota intestinal, é possível interromper este processo, melhorando o sono e reduzindo o cortisol excessivo.

Um teste clínico realizado na Medicina-USP, prestes a ser publicado, mostrou que os voluntários que consumiram a composição de prebióticos EFEOM LL1 + Silimarina reverteram a disbiose em 90 dias. E, após 180 dias, atingiram o padrão ouro de eubiose, com redução de 40% do cortisol. Demonstrando que houve reversão dos efeitos do stress, mesmo sem mudança de hábitos de vida dos voluntários.

Em outro teste, pré-clínico, já publicado, os camundongos, obesos e pré-diabéticos, que consumiram a EFEOM LL1 + Silimarina mostraram picos glicêmicos de 250, entre os 15 e 30 minutos após a refeição. Enquanto os que não consumiram tiveram picos médios de 350.

Além disso, os níveis de glicose dos que consumiram voltaram ao normal de 150, aos 120 minutos. Enquanto nos que não consumiram, a glicose ficou em 250, aos 120 minutos.

Portanto, a reversão da disbiose é um importante caminho a ser considerado, quando se pensa em evitar a resistência à insulina. Dieta saudável e exercícios também ajudam bastante.

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